E eu, que costumava me preocupar com quantas xerox tenho que tirar esta semana, quais livros vou comprar… a grande vitória da semana foi a chegada do carrinho de neném que havíamos encomendado na internet. Eu andando de ônibus, e o Amianinho, que nem nasceu ainda, já tem o seu MacLaren estacionado aqui em casa! Isso é um tremendo clichê, mas de repente coisas como fraldas, roupinhas, tipos de mamadeira, etc, viraram uma obsessão aqui em casa.

Como para confirmar que nada faz sentido, semana passada, na primeira consulta com o médico alemão (até agora a Liz estava na Itália), a conversa enveredou para algo que eu li no What To Expect when You’re Expeting (adeus literatura!), que no oitavo mês as células do cérebro do neném estão se multiplicando rapidamente. Daí a conversa passou para umas cápsulas com óleo ômega, que pelo que o médico e a patroa disseram é extraído de peixes. O que me fez pensar que, se óleo de peixe é bom pra inteligência, tubarão devia ser o bicho mais esperto de todos. O mais esperto e o mais feliz: quando me mudei para a Inglaterra em 2001 as pessoas diziam que salmão era bom porque era rico nesse tal óleo ômega, e que isso combatia a depressão. Mas para falar a verdade, em todos os filmes e documentários que eu já assisti sobre tubarões, o úncio momento em que estes monstros cretáceos parecem estar sorrindo é quando o banhista se aproxima! Felizmente contive minha curiosidade, e não fiz pergunta nenhuma. A primeira visita alemã foi um sucesso.